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Cuidar da vida: promover a não-violência

Encontro de junho da rede de comitês da Ação da Cidadania

· Notícias

Cuidar da vida: promover a não-violência foi o tema do encontro de junho da rede de comitês da Ação da Cidadania. Mais de 200 líderes comunitários estiveram presentes na sede da instituição, na Região Portuária do Rio, no dia 15.

A produção de alimentos em casa pode ser uma atividade revolucionária, já que quebra um ciclo de exploração da terra e, em muitos casos, exploração de pessoas. Além de ser uma fonte barata e saudável de comida, reconecta as pessoas ao planeta, tornado-as mais conscientes a respeito de suas escolhas.

Dentro desta perspectiva, a Ação da Cidadania promove há alguns anos atividades que estimulem que cada vez mais pessoas passem a experimentar esta vivência de produção. Começou com a oficina Quintais Produtivos e Hortas Comunutárias com parceria da AS-PTA (Agricultura Familiar e Agroecologia), visitas técnicas e rodas de conversa.

No encontro de junho, que foi conduzido pela Maria Consolação Lucinda, da Ong Novamérica, dois líderes comunitários apresentaram para os demais suas experiências com hortas comunitárias. Denise Santos, do comitê Instituto Projeto Atitude Social, coordena uma horta comunitária na Salgueiro, bairro da Tijuca, Rio de Janeiro, foi a primeira a falar sobre cotidiano de uma horta em uma favela.

Depois foi a vez de Gabriel Macedo, do comitê Centro de Cultura e Arte Popular, que trabalha com segurança alimentar, agroecologia e resgate cultural. Produzem uma horta em parceria com uma escola municipal de São João de Meriti, na qual são realizadas oficinas com os pais e alunos.

"Obrigado pela oportunidade, de expor nosso trabalho e participar da dinâmica da Ação da Cidadania, que está agindo como um norte no desenvolvimento de nossos projetos", disse Gabriel após o encontro, que já se comprometeu a ajudar outros comitês a criarem suas hortas em espaços ociosos de suas comunidades.

A segunda parte da atividade foi realizada por Maroly Penteado, do Movimento Humanista, que realizou uma dinâmica sobre a importância de enxergarmos o que existe de positivo dentro de nós para, desta forma, conseguirmos realizar transformações positivas em nossa comunidade.

A terceira parte foi a divisão de todo o público em grupos menores, entre 10 e 20 participantes, que debateram e responderam as seguintes questões: Quais são minhas virtudes? Quais são as virtudes de minha comunidade? Quais são as virtudes dos comitês que estão nessa roda? Cada grupo colocou em um cartaz o resultado da conversa, que foram lidos para que todos tomassem conhecimento das discussões.

Encerrando o encontro, foram dados os informes diversos e realizada uma troca de mudas, levadas por todos aqueles que estão produzindo em quintais ou hortas comunitárias.

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